8 de out de 2012

Se eu for ler meus diários de adolescente, vou me lembrar da menina que vivia na tristeza, sonhando com alguma coisa boa que aconteceria um dia. Me esqueci disso nos momentos de minha vida em que fui realmente feliz. Esqueci completamente que a tristeza era companheira constante, e que parecia nunca mais ter fim. Me sinto assim agora. E essa desesperança causa uma grande angústia em meu peito. Me sinto triste por estar no momento mais desejado de minha vida e perceber o quanto tem sido duro pra mim. Como todas as coisas em minha vida, que nunca forma fáceis. Talvez seja essa a minha expiação: aceitar como as coisas se dão em minha vida. Um vazio que nada preenche. Não. Essa não sou eu. Me quero de volta. Quero meus sonhos. Quero vê-los sendo realizados. Quero me livrar de tudo que me puxa pra baixo. Rezo a Deus que me dê forças. Que essa tristeza vá embora de uma vez com todas essas lágrimas. Eu sei que todas as minhas tristeza tem nome. Não posso me deixar sbjugar. Não posso.

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